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Emoção como fonte de sintomas físicos?

           

Quando a vida nos mostra uma nova forma de ver as coisas é importante deixarmos a mente aberta, para que possamos selecionar o que é interessante ou não para nós.
A formação em Fisioterapia me trouxe uma visão de que os sintomas musculares e articulares que os pacientes traziam para a clínica, sempre despenderiam de um grande tempo de atendimentos, meses de sessões.
Acreditava que os sintomas estariam presentes enquanto houvesse uma disfunção naquele lugar específico, desta forma, enquanto o choquinho, o ultra-som, os alongamentos e fortalecimentos não fossem o suficiente, o sintoma não melhoraria.
Quando cheguei à pós-graduação comecei a conhecer um mundo novo, onde técnicas de terapia manual poderiam aliviar os sintomas ainda mais rapidamente, mas ainda dependeria de algumas sessões.
E foi neste momento que fiquei sabendo que muitas vezes os sintomas melhoravam sozinhos, sem necessidade de mim. Ou seja, em um artigo publicado, falava-se que após 3 meses, uma grande maioria das dores nas costas melhoravam sozinhas, fazendo fisioterapia ou não, usando de medicamento ou não.
É neste momento que bate aquela desconfiança do trabalho. Será que as melhoras eram vindas da fisioterapia ou o corpo tinha se adaptado e melhorado do sintoma sozinho?
Foi quando perdi um pouco a motivação pela Fisioterapia, como sendo uma ciência de resultados muitas vezes demorados, pelo menos perante ao que conhecia naquele momento.
Além de os resultados não fluírem com a rapidez que gostaria, ainda quando aconteciam, quando o paciente melhorava, muitas vezes voltava logo em seguida, com ainda mais dores, e na interrogação de praxe, “você bateu?”, “fez muito esforço, para a dor ter voltado?”. Mas uma paciente em específico, modificou minha percepção:
“Eu já sei o que aconteceu! Eu briguei com o meu marido, e por isto a dor retornou!!”.
Aquela informação não fazia sentido para mim, não sabia como uma situação emocional poderia afetar a parte física de uma pessoa.
Foi quando pensei: “vou deixar a mente aberta e ouvir!” .
Neste mesmo momento, comecei a buscar mais e mais informações sobre a influência das emoções em nossos sintomas, foi quando encontrei as Leis Biológicas!!
Este processo lógico e preciso, trazido pelas pesquisas do Dr. Hamer, médico alemão, que após a morte de seu filho, desenvolveu um câncer de testículo. Para Hamer, não era possível ter apresentado um câncer, após anos sendo saudável, cuidando exatamente de pacientes oncológicos. Por que ele teria que desencadear isto?
Foi quando ele começou a relacionar o surgimento de seu tumor, com a morte de seu filho, e então a questionar seus pacientes, se eles também teriam vivido algo emocional, que pudesse ter causado as alterações em cada um.
E por espanto dele, todos os pacientes interrogados haviam sim, vivido uma situação traumática intensa, precedendo o surgimento de seus sintomas.
Agora sim, para mim, as informações começavam a fazer sentido, pois cada órgão e tecido de nosso corpo apresenta uma função única, que foi desenvolvida com o passar da evolução das espécies, com um único motivo: A Sobrevivência da espécie!!! 
Para que a vida permaneça em nosso planeta, há de haver leis naturais, biológicas, que permitam que os animais vivam e sobrevivam, prevenindo a extinção!! Está certo que após o ser humano surgir e corromper estas Leis, desmatar e matar animais, as extinções mesmo assim aconteceram.
Nesta evolução das espécies, nossos órgãos começaram a formular um sentido biológico de sobrevivência, um programa especial, implantado em todos os animais, que é iniciado fora do campo de consciência, para que possamos lidar da forma mais rápida possível com as situações de estresse.
Entretanto, nem sempre estas reações são agradáveis, pois acabam nos desencadeando sintomas, que são simplesmente reações de correção do nosso corpo.
E quando conseguimos compreender o sentido dos sintomas aparecerem, podemos então perder o medo da doença, e enfim poder lidar de forma mais fácil com os sintomas.
Além de que, quando entendemos a causa da enfermidade, podemos resolvê-la de maneira mais fácil e rápida.
Mas quando não sabemos a causa, como podemos resolver?
Que tal você também aprender a ORIGEM de seus sintomas e de seus pacientes, e ter uma vida mais leve e harmoniosa?
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Dr. Ivan Bonaldo

Crefito 8/99696-F

Idealizador do Congresso Internacional das Leis Biológicas

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