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A Segunda Lei Biológica da Nova Medicina Germânica

 

Todo Programa Especial com Significado Biológico (SBS) se desenrola em duas fases, contanto que haja resolução do conflito.

 

NORMOTONIA refere-se ao nosso ritmo diurno-noturno normal. A “simpaticotonia” se alterna com a “vagotonia”. Esses termos dizem respeito ao nosso sistema nervoso autônomo (SNA), que controla as funções vegetativas, tais como os batimentos cardíacos e a digestão. Durante o dia, o organismo está num estado simpaticotônico normal de estresse (luta ou fuga); durante o sono, entramos num estado vagotônico de descanso ("descanso e digestão”).

 

FASE DE CONFLITO ATIVO (fase Ca, simpaticotonia)

Tão logo ocorra um choque de conflito (DHS), o ritmo diurno-noturno normal é interrompido instantaneamente, e todo o organismo entra numa fase de conflito ativo (fase Ca). Ao mesmo tempo, é ativado o Programa Especial (SBS) relacionado com o conflito, permitindo ao organismo mudar o funcionamento normal diário para ajudar o indivíduo, nos três níveis, durante essa fase de crise.

 

NÍVEL DA PSIQUE: 

A ativação do conflito se manifesta como preocupação constante com o conflito. O sistema nervoso autônomo entra em simpaticotonia permanente. Os sintomas típicos são insônia, falta de apetite, frequência cardíaca aumentada, pressão arterial elevada, baixo nível de açúcar no sangue e náuseas. A fase de conflito ativo é também chamada de fase FRIA porque, durante o estresse, os vasos sanguíneos se contraem, resultando em mãos e pés frios, pele fria, calafrios, tremores, ou suores frios. Do ponto de vista biológico, esse estado de estresse – especialmente as horas extras de vigília e a preocupação total com o conflito – dá ao indivíduo melhores condições de solucionar o conflito.

 

NÍVEL CEREBRAL:

O local onde o conflito afeta o cérebro é determinado pela natureza exata do conflito. O tamanho do foco de Hamer (HH) é sempre proporcional à intensidade e à duração do conflito.

Durante a fase de conflito ativo (fase-ca), o foco de Hamer (HH) aparece em uma tomografia de cérebro como círculos concêntricos nítidos.

A tomografia computadorizada mostra o foco de Hamer no hemisfério direito do córtex motor, indicando que ainda está ativo o conflito motor a ele associado (“não conseguir escapar”), com paralisia da perna esquerda. Em uma pessoa canhota, o conflito motor estaria associado a uma situação de conflito com um parceiro.

O significado biológico da paralisia é um reflexo de “fazer-se de morto”, pois, com frequência, na natureza, um predador só ataca a presa quando ela tenta escapar. Portanto, a resposta inerente é: "Já que não posso fugir, finjo-me de morto”, causando paralisia até que o perigo passe. Compartilhamos essa resposta com todas as espécies.

 

NÍVEL DE ÓRGÃO (fase de conflito ativo)

Se houver necessidade de mais tecido para facilitar a resolução do conflito, o órgão ou tecido associado ao conflito responde com proliferação celular.

Por exemplo: Em um caso de “conflito de medo de morrer”, geralmente ocasionado por um choque de diagnóstico ou prognóstico, o choque afeta uma área do cérebro que controla as células dos alvéolos pulmonares, que têm a função de processar oxigênio.

Uma vez que o medo da morte é igual, em termos biológicos, a não ser capaz de respirar, as células dos alvéolos pulmonares começam a se multiplicar imediatamente. O propósito biológico dos nódulos pulmonares (câncer de pulmão) é aumentar a capacidade dos pulmões para que o indivíduo tenha melhor condição de enfrentar o medo da morte.

Se a resolução do conflito exigir uma redução tecidual, o órgão ou tecido correspondente responde com destruição celular.

Por exemplo: Se, na natureza, uma fêmea apresenta o conflito sexual de não ser capaz de acasalar-se, o tecido que recobre o colo do útero (canal do útero), ulcera-se. O significado biológico da perda de tecido é ampliar o colo do útero para que, quando acontecer o acasalamento, uma quantidade maior de esperma alcance o útero, aumentando a probabilidade de concepção. No caso de fêmeas humanas, esse tipo de conflito (de não se acasalar) pode ser vivenciado como rejeição sexual, frustração sexual, abuso sexual, etc.

Se o órgão ou tecido responde ao conflito com proliferação celular ou com perda de tecido, é coisa que segue um padrão biológico correlacionado com o desenvolvimento evolutivo do cérebro humano.

 

A BÚSSOLA da Nova Medicina Alemã (GNM) mostra que todos os órgãos e tecidos governados pelo CÉREBRO ANTIGO (tronco cerebral e cerebelo), tais como cólon, pulmões, fígado, rins ou glândulas mamárias, sempre geram proliferação celular (crescimento tumoral) durante a fase ativa do conflito.

Todos os órgãos e tecidos governados pelo CÉREBRO NOVO (substância branca e córtex), tais como ossos, linfonodos, colo do útero, ovários, testículos, epiderme, sempre apresentam perda de tecido.

À medida que a fase ativa do conflito avança, os sintomas nos órgãos associados também avançam. O mesmo acontece quando a atividade do conflito diminui.

 

CONFLITO PENDENTE

Conflito pendente refere-se à situação em que a pessoa permanece na fase ativa de conflito porque este não pôde ou não foi ainda resolvido.

Pode-se viver com um pequeno conflito, e com o câncer a ele associado, até uma idade avançada, desde que ele não cause obstrução mecânica (por exemplo, no cólon).

Permanecer em fase de conflito ativo por muito tempo pode ser fatal. No entanto, a pessoa em fase de conflito ativo jamais poderá morrer de câncer, pois os tumores que crescem durante a primeira fase de um Programa Especial com Significado Biológico (tumores de pulmão, de fígado ou de glândula mamária) na verdade melhoram a função do órgão nesse período.

Os pacientes que não sobrevivem ao estresse da fase de conflito ativo, geralmente morrem em decorrência da perda de energia, da privação de sono e, principalmente, do medo. Diante de um prognóstico negativo e da toxicidade de tratamentos como "quimioterapia", além da exaustão emocional, mental e física, muitos pacientes não têm chance alguma de sobrevivência.

 

CONFLITÓLISE (CL)

Conflitólise (cl) é a resolução do conflito, momento que inicia a segunda fase do Programa Especial (SBS). Como na fase de conflito ativo, a fase de cura se desenvolve paralelamente em todos os três níveis.

 

A FASE DE CURA

NÍVEL DA PSIQUE: A resolução do conflito traz consigo uma grande sensação de alívio. O sistema nervoso autônomo muda instantaneamente para vagotonia permanente, com fadiga, porém com bom apetite. Repouso e uma dieta saudável ajudam o corpo durante o processo de cura e restauração. A fase de cura é também chamada de fase QUENTE porque, durante a vagotonia, os vasos sanguíneos se alargam, resultando em mãos quentes, pele quente e, possivelmente, febre.

NÍVEL CEREBRAL: paralelamente à cura da psique e dos órgãos associados, as células cerebrais afetadas pela Síndrome de Dirk Hamer (DHS) também começam a se curar.

Primeira parte da fase de cura (fase pcl-A) em nível cerebral: A partir da resolução do conflito, água e líquido seroso são atraídos para a área afetada, criando um edema cerebral que protege o tecido do cérebro durante o processo de restauração. É o inchaço do edema cerebral que provoca sintomas típicos de cura, tais como dores de cabeça, tonturas ou visão turva.

Durante a primeira etapa da fase de cura, o foco da Hamer (HH) aparece, numa tomografia cerebral, como anéis escuros (indicando edema cerebral).

Exemplo: A tomografia computadorizada mostra um foco de Hamer (HH) em fase pcl-A (fase de cura) de um tumor pulmonar, indicando que o “conflito de medo da morte” a ele

associado foi resolvido. A maioria dos “conflitos de medo da morte” – e os consequentes cânceres pulmonares – são causados por choques de diagnóstico ou de prognóstico.

A CRISE EPILÉPTICA OU EPILEPTOIDE (CRISE-EPI) é iniciada no pico da fase de cura e ocorre simultaneamente em todos os três níveis.

Com o início da Crise-epi, o indivíduo é, instantaneamente, recolocado no estado ativo do conflito. Nos níveis psicológico e vegetativo, isso reativa sintomas simpaticotônicos típicos, como nervosismo, suores frios, tremores e náuseas. Qual é o propósito biológico dessa recaída involuntária no conflito? No pico da fase de cura (que é o ponto mais profundo da vagotonia), o inchaço edematoso, tanto do órgão em fase de cura como da área cerebral associada (edema cerebral), atinge o seu tamanho máximo. Exatamente nesse ponto, o cérebro provoca um estresse simpaticotônico para eliminar o edema.

Essa contra-regulação biológica vital é seguida por uma fase urinária, durante a qual o corpo excreta todo o excesso de fluido que havia sido retido na primeira parte da fase de cura (fase pcl-A).

Os sintomas específicos das crises epileptóides são determinados pelo tipo de conflito e pelo órgão envolvido. Ataques cardíacos, derrames, crises de asma, de enxaqueca, ou convulsões epilépticas, são apenas alguns poucos exemplos de tal crise de cura.

A segunda parte da fase de cura (fase pcl-B) no cérebro: Após o edema cerebral ter sido eliminado, a neuróglia, que é tecido conectivo cerebral sempre presente no cérebro, reúne-se no local para completar a restauração do cérebro. A quantidade de glias (neuróglias) que se acumulam depende do tamanho anterior do edema cerebral (fase pcl-A). É esse acúmulo natural de neuróglia ("glioblastoma" – literalmente, germinação de células gliais) que é erroneamente interpretado como "tumor cerebral".

Durante a segunda parte da fase de cura, o foco de Hamer (HH) aparece numa tomografia cerebral como uma configuração anelar branca.

A foto da TC mostra um foco de Hamer no centro de controle das artérias coronárias, indicando que o respectivo "conflito de perda de território" foi resolvido.

Durante a crise epiléptica (Crise-epi), o paciente vivenciou – com sucesso – o esperado ataque cardíaco (com angina de peito durante a fase de conflito ativo). Se a fase anterior de conflito ativo tivesse durado mais de nove meses, o ataque cardíaco teria sido fatal. Conhecendo-se de antemão a Nova Medicina Alemã (GNM), podem-se evitar situações de extrema gravidade!

 

NÍVEL DE ÓRGÃO (fase de cura)

Após o respectivo conflito ter sido resolvido, os tumores governados pelo CÉREBRO ANTIGO, os quais se desenvolveram durante a fase ativa do conflito e que já não são necessários (por exemplo, tumores pulmonares, tumores de cólon, tumores de próstata), são decompostos com a ajuda de fungos ou de bactérias da tuberculose. Se esses micróbios não estiverem presentes, o tumor fica no lugar e é encapsulado, sem nova divisão celular.

Por outro lado, a perda de tecido governada pelo CÉREBRO NOVO, ocorrida durante a fase de conflito ativo (fase-ca), dá lugar agora à restauração com células novas.

Esse processo de restauração ocorre durante a primeira parte da fase de cura (fase pcl-A). Aqui encontramos câncer cervical (degradação celular durante a fase-ca), câncer de ovário, de testículo, de mama intraductal, de brônquios, linfoma. Durante a segunda parte da fase de cura (fase pcl-B), os tumores degradam-se lentamente. A medicina convencional interpreta equivocadamente esses tumores curativos como se fossem neoplasmas cancerosos malignos.

Sintomas da fase de cura (fase-pcl), como inchaço (edema), inflamação, pus, secreção (eventualmente sanguinolenta), “infecções”, febre e dor, indicam que um PROCESSO NATURAL DE CURA está ocorrendo.

A duração e a gravidade dos sintomas de cura determinam-se pela intensidade e duração da fase de conflito ativo precedente. As reincidências de conflito, interrompendo constantemente a fase de cura, tornam mais longo o processo de cura.

A quimioterapia e a radioterapia prejudicam brutalmente a cura natural dos cânceres. Uma vez que nossos corpos são inerentemente programados para a autocura, o corpo continuará a tentar concluir o processo de restauração logo que o tratamento (quimioterápico ou radioterápico) termine. À “recorrência do câncer”, geralmente seguem-se protocolos de tratamento ainda mais agressivos!

Como a "medicina oficial" não reconhece o padrão bifásico das "doenças", os médicos ou vêem um paciente estressado, com um tumor em crescimento, na fase de conflito ativo (fase-ca) – não percebendo que depois virá a fase de cura –, ou vêem um paciente com febre, “infecção”, inflamação, secreção, dor de cabeça ou outra dor qualquer (fasepcl) – não compreendendo que tais sintomas são de cura de uma fase anterior de conflito ativo.

Negligenciando-se qualquer uma das duas fases, os sintomas que pertencem somente a uma fase são vistos como doenças em si mesmos; por exemplo, a osteoporose, que ocorre na fase de conflito ativo de um conflito de "autodepreciação”, e a artrite, que é um sintoma da fase de cura do mesmo tipo de conflito.

Esse desconhecimento é particularmente trágico quando um paciente é diagnosticado com um câncer "maligno" ou mesmo um "câncer metastático", embora o câncer esteja passando por um processo natural de cura.

Se os médicos reconhecessem a correlação biológica entre psique, cérebro e órgão, também reconheceriam que essas duas fases são, de fato, partes de um único Programa Especial com Significado Biológico (SBS), verificável por meio de uma tomografia do cérebro, na qual o foco de Hamer (HH) estaria presente, em ambas as fases, no mesmo local. O aspecto exato do HH indica se o paciente ainda está em fase de conflito ativo (HH com anéis concêntricos bem definidos), ou se já está em fase de cura, ou, mais ainda, se está na fase pcl-A (HH com anéis edematosos), ou na fase pcl-B (HH com acúmulo de células gliais brancas), indicando que o ponto crucial da Crise-Epi já passou.

Com a conclusão da fase de cicatrização, o ritmo normal diurno-noturno (normotonia) é restaurado em todos os três níveis.

 

CURA PENDENTE

O termo "cura pendente" refere-se à situação em que a cura não pôde ser concluída por causa de reincidências repetidas no conflito.

 

RECAÍDAS NOS CONFLITOS OU "TRILHOS"

Quando experimentamos um choque de conflito (Síndrome de Dirk Hamer – DHS), nossa mente fica em estado de consciência aguçado. Extremamente alerta, o nosso subconsciente capta todos os componentes associados à situação de conflito (p. ex., local, condições climáticas, pessoas envolvidas, sons, cheiros, etc.). Na Nova Medicina Alemã, chamamos de “TRILHOS” as marcas deixadas como sequela de uma DHS.

O SBS transcorre sobre trilhos estabelecidos no momento da DHS. Se estamos na fase de cura e recaímos em um dos trilhos, seja por contato direto ou por associação, o conflito é instantaneamente revivido, e, após uma rápida “reencenação" do conflito, os sintomas de cura do órgão correspondente surgem logo a seguir (por exemplo, uma erupção cutânea após uma recaída no “conflito de separação”, sintomas de resfriado comum ao recair nos trilhos de um "conflito de mau cheiro", dificuldades respiratórias ou mesmo crise de asma em associação com “medo no território”, ou diarréia com uma recaída no "conflito de bocado intragável.") A "reação alérgica" pode ser causada por qualquer coisa ou qualquer pessoa que esteja associada com a DHS original – algum alimento, algum pólen, pêlos de animais, algum perfume, mas também uma pessoa. Na medicina convencional (tanto alopática como naturopática), acredita-se que a principal causa das alergias é um sistema imunológico fraco.

O propósito biológico do “trilho” é o de servir como sinal alerta, para evitar a repetição de uma experiência "perigosa" (DHS). Na natureza, tais sinais de alarme são vitais para a sobrevivência.

Os “trilhos” devem ser levados em conta sempre que se lida com incômodos recorrentes, tais como resfriados frequentes, crises de asma, enxaquecas, erupções cutâneas, ataques epilépticos, hemorróidas, infecções urinárias, etc. Naturalmente, qualquer recorrência de câncer deve ser também entendida a partir dessa perspectiva.

Os “trilhos” também desempenham um papel em doenças “crônicas”, como aterosclerose, artrite, Parkinson, ou esclerose múltipla.

No tratamento pela GNM, a reconstrução do evento da DHS, juntamente com todos os respectivos “trilhos”, é uma medida importante para levar a bom termo o processo de cura.

 

Escrito por: Caroline Markolin, Ph.D.

Traduzido do inglês para o português por: Ismar Pereira Filho

Extraído de: www.LearningGNM.com

Termo de Responsabilidade: As informações contidas neste documento não substituem o aconselhamento médico profissional.