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Sorrir é o melhor remédio

 

Texto retirado do Livro “Desvendando os Segredos da Linguagem Corporal” de Allan e Barbara Pease. 

 

Arnie Cann, professora de psicologia da Universidade da Carolina do Norte, descobriu que o humor tem um efeito positivo no combate ao estresse para pacientes depressivos. Dois Grupos de pacientes passaram por três semanas assistindo a filmes. O grupo que assistiu comédias obteve mais melhoras de seus sintomas do que o grupo que assistiu a vídeos não humorísticos. 

O riso estimula a produção de endorfinas, analgésicos naturais do corpo e agentes da sensação de bem-estar que ajudam a aliviar ao estresse e a curar doenças. Ao ser diagnosticado com uma doença que afeta a coluna cervical, Normam Cousins ouviu dos médicos que nada podia ser feito para ajuda-lo e que ele sofreria dores horríveis até morrer. Cousins resolveu então se confinar num quarto de hotel com todos os filmes de humor que pôde encontrar. Viu e reviu todos os filmes, vezes sem conta, dando gargalhadas mais altas e intensas que podia.

 Depois de seis meses dessa terapia do riso, os médicos ficaram atônicos com o que constataram: A doença de Cousins fora completamente curada. As endorfinas são substâncias químicas liberadas pelo cérebro quando rimos. Com uma composição química similar a da morfina e da heroína, ela produz um efeito tranquilizante sobre o corpo, ao mesmo tempo em que reforça o sistema imunológico. Isso explica porque as pessoas felizes raramente adoecem e as infelizes e queixosas sempre parecem estar doentes. 

Na década de 1980, diversos hospitais americanos introduziram o conceito de “sala do riso”. Como base na experiência de Norman Cousins e nas pesquisas do Dr. Patch Adams sobre os efeitos do riso, os hospitais destinaram salas cheias de livros de humor, filmes de comédia e tapes humorístico e programaram visitas regulares de comediantes e palhaços aos pacientes. As sessões eram diárias, com duração de 30 a 60 min. O resultado foi extraordinário, melhoras espetaculares na saúde dos pacientes e redução do tempo de hospitalização. Além da redução do número de analgésicos requeridos pelos pacientes. 

Cada vez mais perante a sociedade temos que nos demonstrar pessoas sérias, para demonstrarmos ser mais seguros, responsáveis. Vestimos uma carapuça de seriedade que não a tirando em nenhum momento, como se o sorriso fosse sinônimo de fraqueza e inferioridade. O que estamos fazendo pela nossa felicidade?

 

 

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